domingo, 7 de novembro de 2010

Contatos de Intérpretes na Bahia:


 
NOMEGustavo Leão de melo Carneiro
E-MAILjeova_shabaoth@hotmail.com
TELEFONE(75) 3625-9190 / (71) 8103-2434 / (71) 3491-4069
NOMEJanete Ferreira dos Santos
E-MAILjjane.f@hotmail.com
TELEFONE(71) 3621-3188
NOMEClécio Santos de Souza
E-MAILklessiosola@hotmail.com
TELEFONE(71) 3409-4978 / 8176-5439 / (71) 8859-772
NOMEEdvânia Ferreira Gomes
E-MAILanodabencao@hotmai.com
TELEFONE(71) 3621-2872 / (71) 8868-7172
NOMEErivaldo de Jesus Marinho
E-MAILemarinhotj@hotmail.com
TELEFONE(71) 3625-4054 / (71) 8832-1944
NOMEJoseane dos Santos do Espírito Santo
E-MAILjosyfoco@hotmail.com
TELEFONE(71) 32519115
NOMECláudia Maria da Silva Souza
E-MAILemarinhotj@hotmail.com
TELEFONE(71) 3625-5972 / (71) 88489359
NOMENanci Araújo Bento
E-MAILnanci_libras@hotmail.com
TELEFONE(71) 3241-5656 / (71) 9124-4197 / (71) 3397-1706
NOMELarissa Evangelh Santos
E-MAILluizamedley@yahoo.com.br
TELEFONE(71) 8861-5158
NOMEEdnilson Macêdo da Silva
E-MAILedymissoes@gmail.com
TELEFONE(71) 3302-2858
NOMEAna Paula Piedade melo Sacramento
E-MAILanasurdos@bol.com.br
TELEFONE(71) 3215-2402 / (71) 3215-0355
NOMEJosenilda Menezes dos Santos
E-MAILjo-ms@oi.com.br / jo_ms@oi.com.br
TELEFONE(71) 3312-4107 / (71) 88037096
NOMEDébora Dourado do Nascimento
E-MAILdeborad@ufba@br
TELEFONE(71) 3266-0108 / (71) 9983-4406 / (71) 32837346
NOMEJaqueline Dinis Queiroz Silva
E-MAILjaquelinedinis@yahoo.com.br
TELEFONE(71) 3304-3530 / (71) 8851-5865
NOMEJuliana Cristina F. D. da Silva
E-MAILjuliana_deiro@yahoo.com.br
TELEFONE(71) 8178-8054
NOMELídia Carolina Soares de jesus
E-MAILpopi_karol@hotmail.com
TELEFONE(71) 3625-0073 / (71) 8845-4180
NOMESuzete Mendes da Cruz Pereira
E-MAIL
TELEFONE(71) 9105-4294 / (71) 3648-1863
NOMEMário Chaves Andrade
E-MAIL
TELEFONE(71) 3498-0321 / (71) 8168-3136
NOMETaiana da Silva Pereira
E-MAILtai_morica@hotmail.com
TELEFONE(71) 8856-0954 / (71) 3247-8375
NOMEDulcinéia Dia de Araújo
E-MAIL
TELEFONE(71) 3405-7716 ou 0 / (71) 9152-3203 ou 63
NOMERonaldo Santos de Freitas
E-MAILronaldointerprete@hotmail.com
TELEFONE(71) 3395-3316 / 8125-5178
NOMEMaria Sueli Pereira da Silva
E-MAILsu_costa@hotmail.com
TELEFONE(71) 3462-0187® / (71) 8881-0187 / (71) 32357215 (CAS)
NOMECíntia Barbosa de Oliveira
E-MAILci_u_bo@hotmail.com
TELEFONE(71) 3252-5078 / (71) 99474593
NOMEAlex dos Santos Veiga
E-MAILalexparrudo@hotmail.com
TELEFONE(71) 3312-8191
NOMEMarcela Mata Caldas
E-MAILmarcelazuis@hotmail.com
TELEFONE(71) 3403-6263
NOMEMeire da Silva Lins
E-MAILmlinsjesuslindo@hotmail.com
TELEFONE(71) 3312-5592 / (71) 8858-9536
NOMEEdnilson Evangelista da Silva
E-MAILed_interprete@hotmail.com
TELEFONE(71) 3306-6195 / (71) 8816-9784
NOMEAndréa mesquita Nunes
E-MAILamnunes@superig.com.br
TELEFONE(71) 3230-2464 / (71) 8868-2464
NOMEGercineide G. Campos
E-MAILagercicampos@gmail.com
TELEFONE(71) 3241-0214 / (71) 8104-2883
NOMEAline C. da Silva Lima Pontes
E-MAIL
TELEFONE(71) 8881-0418 / (71) 3384-3081 (Elane)
NOMERebeca Laís dos santos Bonfim
E-MAILbekalais@hotmail.com
TELEFONE(71) 3257-0944
NOMEUran rodrigues Silva
E-MAILurangasper@hotmail.com
TELEFONE(73) 9191-5616
NOMELeoni Ramos Souza Nascimento
E-MAILleoniramos@hotmail.com
TELEFONE(71) 9184-2598
NOMEJoão Ricardo Bispo Jesus
E-MAILjohn_bispo@yahoo.com.br
TELEFONE(71) 8838-3389 / (71) 99799772 / (71) 33890671
NOMEManuela Ornelas de Jesus
E-MAILmanuelaornelas@hotmail.com
TELEFONE(71) 33958759 - (71) 9995-8759
NOMERaidalva Maria Andrade Tavares
E-MAILraidalva@cefetba.br
TELEFONE(710 9988-6038 / (71) 3382-2159
NOMENeemias Gomes Santana
E-MAILmiasinterprete@hotmail.com
TELEFONE(71) 3450-2900 / (71) 9195-3565
 
 
(Dados disponibilizados pelo Presidente da APILSBA - João Ricardo)

 Sessão Entrevista

  
Thalita Chagas Silva Araújo é graduada em Pedagogia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atualmente cursa a graduação à distância em Letras/LIBRAS (bacharelado) pela Universidade Federal de Santa Catarina - pólo UFBA. É certificada pelo Prolibras (MEC) como tradutora intérprete de Libras-Português e Português-Libras em nível médio e instrutora de Libras em nível superior. Trabalha como professora de Língua Brasileira de Sinais (Libras) dos cursos de Licenciatura em Música e de Pedagogia da Faculdade Evangélica de Salvador (FACESA), como Tradutora Intérprete de Língua de Sinais em eventos, leciona em cursos de extensão de Libras e em cursos de Libras no CAS Wilson Lins (escola de surdos da rede estadual de ensino da Bahia).

P- O que é o intérprete para você?

T- O intérprete ou Tradutor Interprete de Língua de Sinais (TILS), é a pessoa que transpõe da língua portuguesa para a Língua de sinais alvo (no nosso caso a Língua de Sinais Brasileira) o que está sendo dito, ou vice-versa.

P- Qual a formação que se deve ter?
T- A lei 12.319/2010, com relação à formação do TILS no artigo 4, parágrafo único, diz que:
 A formação de tradutor e intérprete de Libras pode ser realizada por organizações da sociedade civil representativas da comunidade surda, desde que o certificado seja convalidado por uma das instituições referidas no inciso III (Inciso III - cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por Secretarias de Educação).
Porém, existe no Brasil a graduação à distância e presencial em Letras/Libras – bacharelado, que forma o TILS para atuar nos mais diversos espaços da sociedade. Além disso, o TILS que não tem formação específica pode obter certificação de proficiência em Libras através de um exame chamado Pró Libras.
P- Você é intérprete há quanto tempo?
T- Eu sou TILS há 7 anos.
P- Qual a sua experiência como intérprete, onde já trabalhou? Foi bem recebida?
T- Comecei a interpretar em 2004, e como a maioria dos TILS, em ambiente religioso. Coincidentemente esta foi a época que comecei minha graduação em Pedagogia. Então pouco tempo depois eu comecei a interpretar também em escolas.
Na primeira escola que atuei como TILS (2005) não fui remunerada, foi um acordo de estágio em apoio à inclusão de um aluno surdo de 14 anos no 3º ano do ensino fundamental. A escola prometeu um período de adaptação do trabalho por 2 meses e posterior contratação. Mesmo sem conhecer as práticas de um TILS educacional a escola mostrava-se bem aberta a esta novidade. Ao longo do trabalho foi percebida a diferença no desenvolvimento do aluno, que superou as expectativas de todos, pois ele começou a ser mais participativo, melhorou as notas e o relacionamento com toda a comunidade escolar. Porém a escola não pode me efetivar e com quase 4 meses de trabalho decidi sair.
É importante ficar claro que o trabalho de um TILS não é assistencial, o exercício da interpretação é árduo e cansativo. Interpretar durante horas, de pé e sozinho (sem revezamento) é um crime contra a saúde de qualquer profissional.
Bom, depois de um tempo participei de uma seleção e comecei a interpretar em uma escola pública federal desta cidade (2008/2009). Lá as pessoas responsáveis pelo setor de inclusão já conheciam a prática de um TILS por terem sempre alunos surdos na escola e por terem tido problemas em encontrar um TILS que se adaptasse as necessidades locais. Permaneci nesta instituição por um pouco mais de 7 meses, mas os alunos perderam de ano, pois antes de mim estavam sem TILS regular na sala de aula, o que prejudicou decisivamente o aproveitamento dos estudos dos estudantes surdos em questão.
Antes da escola citada anteriormente, fui convidada pela então coordenadora de uma instituição de ensino superior de Salvador para interpretar no curso de pedagogia para duas recém chegadas alunas surdas (2007 até os dias atuais).
No início quem sustentava a manutenção da interpretação eram as famílias das duas alunas. Porém uma delas, por dificuldades pessoais, abandonou a faculdade e a outra surda que permaneceu, tomando conhecimento de seus direitos, exigiu que a faculdade bancasse as suas necessidades, afinal isso sim é inclusão! E desde então a faculdade tem me mantido.
Deste trabalho tenho muito orgulho e brevemente o verei culminar numa formatura em dezembro. É muito bom ver que o que fazemos tem muito resultado!
P- O que você acha sobre o papel do interprete na escola?
T- O TILS educacional tem um papel importantíssimo na inclusão das pessoas surdas em ambientes escolares. Sem este profissional todo o aprendizado da pessoa surda será prejudicado, é como uma pessoa falante da língua portuguesa assistir aulas em alemão! Não dá pra acompanhar!
Além do acompanhamento com o estudante surdo e tradução das aulas, é importante que o TILS faça um trabalho de sensibilização junto a comunidade escolar, para que sejam esclarecidas as especificidades das pessoas suras, sua forma de aprendizado, o que cabe numa aula para surdos e o que deve ser evitado. Os professores não têm uma formação especifica nesta área, por isso essa explicação inicial é importantíssima!
P- Como os intérpretes são vistos e recebidos na cidade de Salvador?
T- Em minha experiência pessoal sempre fui muito bem recebida, porém já ouvi relatos de colegas que professores trancavam as portas da sala para que o TILS não entrasse, ou agiam com desconfiança na presença do TILS.
Essas dificuldades se dão por causa da falta de esclarecimento que existe da função dos TILS, mas que pouco a pouco têm sido sanadas. Quando há necessidade de comunicação e esta não acontece, ter um intérprete por perto sempre ajuda!
P- Onde encontrar? Tem associação?
T- Com a recente regulamentação da profissão do TILS através da lei 12.319 de 02.09.2010 TILS de todo Brasil têm se articulado para formação de um sindicato dos profissionais TILS, porém já existem diversas associações em todo Brasil.
Porém por causa da recente regulamentação da profissão, muitos TILS ainda não possuem a formação desejada e nem são afiliados a associação do seu estado, então além de encontrar TILS nas associações muitas vezes encontramos eles por indicação de algum colega de profissão ou pessoa surda que tem contato com TILS.


Para maiores informações acesse o blog de Thalita: http://cursodelibrasextensao.blogspot.com/

sábado, 6 de novembro de 2010

  Um pouco das Filosofias Educacionais para Surdos


Neste tópico iremos abordar alguns aspectos importantes sobre as filosofias educacionais para surdos: Oralismo, Comunicação Total e Bilinguismo.


Oralismo
  

Oralismo é o processo pelo qual se pretende capacitar o surdo na compreensão e na produção de linguagem oral e que parte do princípio de que o indivíduo surdo, mesmo não possuindo o nível de audição para receber os sons da fala, pode se constituir como interlocutor por meio da linguagem oral¹.
Existem diferentes formas de trabalho orais descritas na literatura, entretanto, todas elas têm como pressuposto que as crianças com perda auditiva devem desenvolver a língua oral como primeira língua, a fim de integrá-las a comunidade geral².  Os oralistas percebem a surdez como uma deficiência que deve ser minimizada pela estimulação auditiva a fim de alcançar a normalidade e a integração à comunidade ouvinte³.
Para que a criança desenvolva a fala e a audição, o método oral baseia-se em uma série de fundamentos²:
            - diagnóstico precoce;
            - avaliação precisa do grau e tipo da perda auditiva;
            - adaptação do aparelho de amplificação sonora individual adequado o mais breve possível;
            - imediata reeducação ao som e à fala;
            - colaboração máxima dos pais no processo de reabilitação;
            - conviver com crianças ouvintes;
            - inserção em escola regular, garantindo a compreensão e colaboração dos professores (a criança só será encaminhada a escola especial se o seu desenvolvimento não for o esperado na escola regular).
O objetivo fundamental a ser alcançado com o trabalho auditivo é o desenvolvimento das habilidades auditivas. A detecção auditiva é a primeira habilidade a ser desenvolvida, visando uma perfeita detecção de sons ambientais e de sons da fala. A segunda habilidade a ser desenvolvida é a discriminação auditiva que ocorre quando, diante de dois ou mais estímulos, o deficiente auditivo consegue distinguir a igualdade ou diferença entre eles. O reconhecimento auditivo requer a identificação, diante de dois ou mais estímulos em conjunto fechado, qual deles foi ouvido e na etapa mais avançada identificar e/ou repetir o estimulo que foi ouvido diante de um conjunto aberto. A última habilidade a ser desenvolvida é a compreensão auditiva, que se trata da habilidade de entender a linguagem oral; trata-se de compreender e de se fazer compreender4.
Diversos fatores, tanto inatos como ambientais, podem influenciar o desenvolvimento da linguagem oral pela criança. É muito importante que a família siga as orientações dadas pelo terapeuta no sentido de um comportamento que aumente a qualidade e as trocas de comunicação com a criança. A família é a chave para o sucesso do trabalho terapêutico, quanto maior participação dela, melhor resultado será obtido no desenvolvimento global da criança4.


Comunicação total


A comunicação total é uma filosofia, que tem como principal preocupação, estabelecer a comunicação entre surdos e surdos e entre surdos e ouvintes. Esta filosofia se preocupa também com a aprendizagem da língua oral pela criança surda, ela defende a utilização de recursos espaço-viso-manuais como facilitadores da comunicação3.
Os profissionais que seguem essa filosofia, não veem o surdo como portador de uma patologia, que precisa ser eliminada, mas como uma pessoa, e a surdez como uma marca que influencia no desenvolvimento dessa pessoa.
A comunicação total acredita que somente o aprendizado da língua oral, não garante pleno desenvolvimento da criança surda, visto que o desenvolvimento cognitivo, social e emocional, não é garantido com o uso exclusivo desta língua3.
Uma das diferenças entre a comunicação total e as outras filosofias, é que esta defende o uso de qualquer recurso linguístico, seja a língua de sinais, a linguagem oral ou códigos manuais , facilitando a comunicação com as pessoas surdas. A comunicação total privilegia a comunicação e a interação e não apenas a língua (ou línguas). Outra característica importante é que essa filosofia valoriza bastante a família da criança surda, acreditando que a esta, cabe o papel de compartilhar seus valores e significados3.
No Brasil além da língua brasileira de sinais (Libras) a comunicação total também utiliza:
  • Datilologia ou alfabeto manual – representação manual das letras do alfabeto.
  • Cued-speech – sinais manuais que representam os sons da língua portuguesa.
  • Português sinalizado – língua artificial que utiliza o léxico da língua de sinais com a estrutura sintática do português e alguns sinais inventados para representar estruturas gramaticais do português que não existem na língua de sinais.
  • Pidgin – simplificação da gramática de duas línguas em contato, no caso, o português e a língua de sinais3.
A comunicação total recomenda o uso simultâneo desses códigos manuais, com a língua oral, esta forma simultânea é chamada de bimodalismo. A língua de sinais não pode ser utilizada simultaneamente com o português, pois não temos capacidade neurológica para processar simultaneamente duas línguas com estruturas diferentes. Esta filosofia acredita que cabe a família decidir qual a forma de educação que seu filho terá3.   


Bilinguismo


O bilinguismo, aliado aos estudos linguísticos, teve origem a partir das mobilizações de diversas comunidades que, por sua vez, mostravam a insatisfação dos surdos com a proibição do uso da língua de sinais3.
O modelo bilíngue de educação pressupõe uma postura de respeito humano aos surdos, fazendo com que eles se desenvolvam não como aqueles que têm uma dificuldade, que tendem ao fracasso, mas sim como indivíduos capazes e completos5.
O surdo é concebido como indivíduo pertencente a uma comunidade minoritária (comunidade surda), usuário da língua de sinais e que tem as mesmas capacidades e potencialidades que qualquer indivíduo ouvinte6.
O trabalho através da proposta bilíngue é feito de forma que o surdo desenvolva competência em duas línguas: a língua de sinais e a língua utilizada pela comunidade majoritária ouvinte. Acredita-se que o desenvolvimento da língua de sinais como primeira língua, proporciona o desenvolvimento dos indivíduos surdos nos aspectos: linguísticos, cognitivo e social. Será com base nesta primeira língua que a aprendizagem da segunda, no caso do Brasil, o português, ocorrerá, tanto na modalidade escrita como na modalidade oral, para aqueles que têm possibilidade6.
É importante que os profissionais e a família percebam a importância da língua de sinais, para o desenvolvimento do indivíduo surdo. Essa língua é a única que pode ser adquirida espontaneamente por ele, ou seja, em suas relações sociais, nos diálogos, uma vez que para a aprendizagem da língua oral pela criança surda, requer técnica específica3.
O bilinguismo, do mesmo modo que outras filosofias, não é uma filosofia homogênea. Os profissionais atuam e pesquisam seguindo diferentes abordagens nessa linha teórica. Vale ressaltar que o bilinguismo não se resume a aquisição de duas línguas e sim uma mudança filosófica de postura política, cultural, social e educacional, sendo necessário dar importância à língua e linguagem que o surdo possui, ao que ele sente e como ele vê e percebe o mundo5.

“A educação dos surdos tem que deixar de ser a reabilitação dos deficientes auditivos.” (Vítor Teté)


Referências:

1. SOARES, M A L. A Educação do Surdo no Brasil. São Paulo: EDUSF, 1999.
2. HARRISON, KMP; LODI, ACB; MOURA, MC de. Escolas e escolhas: o processo educacional dos surdos. In: FILHO, OL (org.). Tratado de Fonoaudiologia. 2ª Ed. Ribeirão Preto, SP: Tecmedd, 2005. p. 394-95.
3. GOLDFELD, M. A criança surda: Linguagem e Cognição numa Perspectiva Sociointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997.
4. BEVILACQUA, MC; FORMIGONI, GMP. Audiologia Educacional: Uma Opção Terapêutica para a Criança Deficiente Auditiva. São Paulo: Pró-Fono, 1997.
5. CARMO, M. S. et al. Linguagem e Surdez. In: LACERDA, C. B. F. et al. Fonoaudiologia: Surdez e Abordagem Bilíngue. São Paulo: Plexus, 2000. p. 42-53.
6. MOURA, M. C. et al. História e Educação: O surdo a oralidade e o uso de sinais. In: LOPES FILHO, O. Tratado de Fonoaudiologia. 2ª ed. Ribeirão Preto, SP: Tecmedd, 2005. p. 314 – 364.

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